quinta-feira, 13 de maio de 2010

Fujitsu Inova e cria PC com óculos para exibição em 3D

Fujitsu cria PC com duas câmeras é óculos, para exibição de imagens em 3D


    Modelo exibido no Japão agrupa todos os componentes no monitor e permite a realização de chat tridimensional com o Messenger


    A Fujitsu pretende lançar em breve um computador all-in-one (desktop que integra no monitor todos os componentes, como no iMac) que pode capturar e exibir imagens com ilusão de 3D.


    O equipamento foi exibido nesta terça (11/5) em um evento da companhia em Tóquio, no Japão. Sem revelar muitos detalhes, a companhia mostrou a tecnologia de imagens em 3D.


     Para que ela funcione adequadamente, é necessário que a pessoa use óculos especiais (passive glasses), que fornecem a sensação de profundidade. Eles não exigem baterias nem mesmo ficam piscando na mesma frequência da tela, como acontece em outros modelos utilizados em televisores 3D.


    Na demonstração, foi exibido um vídeo 3D de golfe, enquanto que um segundo PC mostrava uma imagem ao vivo do que estava sendo capturado pelo computador.


     O vídeo foi capturado por câmeras especiais montadas sobre a tela. Duas câmeras são necessárias para registrar a profundidade, recurso que dá à imagem a sensação de três dimensões.


      A Fujitsu fornecerá o software que permitirá a dois usuários com o mesmo sistema participar de chats de vídeo com tecnologia 3D via Windows Live Messenger.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Telecom rejeita R$ 13 bi

Portugal Telecom rejeita oferta de R$ 13 bi da Telefónica por fatia na Vivo


Operadora portuguesa não quis vender os 50% que têm da Vivo.

Oferta de 5,7 bi de euros não foi solicitada, disse a Portugal Telecom.


A Portugal Telecom rejeitou nesta segunda-feira (10) uma oferta da operadora espanhola Telefónica para comprar por 5,7 bilhões de euros (cerca de R$ 13,3 bilhões) sua participação na Vivo, anunciou a operadora portuguesa.



A Portugal Telecom afirmou que recebeu da Telefónica uma "oferta não solicitada, vinculativa e incondicional" para a aquisição dos 50% que tem na Brasilcel, sociedade detentora do controle da Vivo Participações.



Segundo a Portugal Telecom, a oferta pela fatia na maior operadora de telefonia móvel do Brasil, que é válida até 6 de junho, foi rejeitada pelo conselho.



"A Vivo é um ativo essencial para a estratégia da Portugal Telecom e a venda dessa participação iria contra as perspectivas de crescimento a longo prazo da PT. O Conselho de Administração rejeitou a oferta por unanimidade", disse a empresa em comunicado.

Fonte: g1.globo.com

domingo, 9 de maio de 2010

Banda larga Brasileira

Plano Nacional de Banda Larga foi anunciado na quarta-feira (5).
Expectativa é levar serviço para 40 milhões de casas até 2014.


O plano de banda larga popular anunciado esta semana promete popularizar a internet no país. Com a reativação da Telebrás, o Governo Federal pretende universalizar o acesso à web no país. Hoje, de cada 100 brasileiros, cinco possuem acesso à internet rápida. Uma das expectativas da iniciativa é disponibilizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.


O preço do acesso será um dos fatores que poderá popularizar o acesso no país. Com valores que começam em R$ 15, o usuário terá internet com 512 kbps de velocidade. As médias das mensalidades pagas no Brasil giram em torno de R$ 50.

A tendência, de acordo com Rodrigo Abdala, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Avançada (Ipea), é que as velocidades aumentem conforme a expansão da banda larga no País. No Brasil, a média de velocidade da conexão é de pouco mais de 1 mbps. No Japão, essa média chega a quase 100mbps. Com esta velocidade, é possível baixar um arquivo de filme (que possui 1,2 GB) em pouco mais de um minuto. Com a velocidade proposta para a banda larga popular (512 kpbs), o mesmo filme levaria 5h e 20 minutos para ser baixado no computador.

Do G1, em São Paulo
www.globo.com
O que é o pré-sal?


O termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.
As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5º API, baixa acidez e baixo teor de enxofre. São características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.


Qual o volume estimado de óleo encontrado nas acumulações do pré-sal descobertas até agora?


Os primeiros resultados apontam para volumes muito expressivos. Para se ter uma ideia, só a acumulação de Tupi, na Bacia de Santos, tem volumes recuperáveis estimados entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente (óleo mais gás). Já o poço de Guará, também na Bacia de Santos, tem volumes de 1,1 a 2 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural, com densidade em torno de 30º API.


As recentes descobertas na camada pré-sal são economicamente viáveis?

 

Com base no resultado dos poços até agora perfurados e testados, não há dúvida sobre a viabilidade técnica e econômica do desenvolvimento comercial das acumulações descobertas. Os estudos técnicos já feitos para o desenvolvimento do pré-sal, associados à mobilização de recursos de serviços e equipamentos especializados e de logística, nos permitem garantir o sucesso dessa empreitada. Algumas etapas importantes dessa tarefa já foram vencidas: em maio deste ano a Petrobras iniciou o teste de longa duração da área de Tupi, com capacidade para processar até 30 mil barris diários de petróleo. Um mês depois a Refinaria de Capuava (Recap), em São Paulo, refinou o primeiro volume de petróleo extraído da camada pré-sal da Bacia de Santos. É um marco histórico na indústria petrolífera mundial.


Quais serão as contribuições dessas grandes descobertas para o desenvolvimento nacional?



Diante do grande crescimento previsto das atividades da companhia para os próximos anos, tanto no pré-sal quanto nas demais áreas onde ela já opera, a Petrobras aumentou substancialmente os recursos programados em seu Plano de Negócios. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Serão novas plataformas de produção, mais de uma centena de embarcações de apoio, além da maior frota de sondas de perfuração a entrar em atividade nos próximos anos.
A construção das plataformas P-55 e P-57, entre outros projetos já encomendados à indústria naval, garantirá a ocupação dos estaleiros nacionais e de boa parte da cadeia de bens e serviços offshore do país. Só o Plano de Renovação de Barcos de Apoio, lançado em maio de 2008, prevê a construção

de 146 novas embarcações, com a exigência de 70% a 80% de conteúdo nacional, a um custo total orçado em US$ 5 bilhões. A construção de cada embarcação vai gerar cerca de 500 novos empregos diretos e um total de 3.800 vagas para tripulantes para operar a nova frota.


A Petrobras está preparada, tecnologicamente, para desenvolver a área do pré-sal?



Sim. Ela está direcionando grande parte de seus esforços para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico que garantirão, nos próximos anos, a produção dessa nova fronteira exploratória. Um exemplo é o Programa Tecnológico para o Desenvolvimento da Produção dos Reservatórios Pré-sal (Prosal), a exemplo dos bem-sucedidos programas desenvolvidos pelo seu Centro de Pesquisas (Cenpes), como o Procap, que viabilizou a produção em águas profundas. Além de desenvolver tecnologia própria, a empresa trabalha em sintonia com uma rede de universidades que contribuem para a formação de um sólido portfólio tecnológico nacional. Em dezembro o Cenpes já havia concluído a modelagem integrada em 3D das Bacias de Santos, Espírito Santo e Campos, que será fundamental na exploração das novas descobertas.
 
Referencia: http://www.mundovesibular.com.br/